29.5.09

Crítica do livro A Fábula


“Esperamos pela luz mas contemplamos a escuridão.”
Isaías 59:9



Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.


Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC



29.4.09

Lá vai o diabo...

“Lá vai o diabo pelo mundo entrando nas histórias. De uma beleza que não revela nada, parece esconder tudo, e vai dando aos outros a ilusão de mistério.

Os homens, famintos de amparo. E como o diabo tem o ar superior e indiferente, os homens pensam que precisam dele. E aí o amam, por confusão e por isso apaixonadamente. E o diabo toma e abandona os homens, e o diabo cresce, cresce como ele cresce, na medida em que os outros diminuem.

Sem amar, o mundo para ele é ele. E lá vai ele, o só, lá vai ele pelo mundo entrando nas histórias, vivendo em cada personagem, esse que não se acha devedor de nada, lá vai o credor, nosso pedaço, o diabo, a serviço de Deus.”

João Uchoa Cavalcanti Netto.

Nota: do livro A Fábula: Cidade dos Desgraçados

22.2.09

Benjamin Button em quadrinhos



(por André Solitto, via Cultura UoD)

Demorou um pouco, mas chegou às lojas a versão em quadrinhos do conto de Fitzgerald O Curioso Caso de Benjamin Button. A versão cinematográfica, que já foi bastante comentada nesse blog, está concorrendo a treze Oscar. A versão em quadrinhos, desenhada por Kevin Cornell e com roteiro de Nunzio De Fillipis e Christina Weir, promete ser mais fiel ao conto. Se você já leu a história e já assistiu ao filme, não deixe de conferir as primeiras páginas aqui.


Fonte: http://updateordie.com/

Que puxa!

11.2.09

i ii iii

i ii iii



13.1.09

Ele fez de novo: Ellis e o futuro das Histórias em Quadrinhos

Freak Angels de Warren Ellis e Paul Duffield representam o futuro das Histórias em Quadrinhos, embora talvez não o futuro da indústria de Quadrinhos.

Isso por estas simples razões:

1. Tudo que você precisa para ler esta História em Quadrinhos é uma conexão com a Internet.

2. A banda-larga está cada vez mais barata a cada dia.

3. É livre pra se ver, é grátis pra se ler ( idéias que ganham cada vez mais adeptos de peso, tais como Chris Anderson - Wired Magazine e TED talks - Free is the way of the future ).

4. Mostra que mesmo uma Histórias em Quadrinhos gratuita para ser lida através do computador pode ter uma boa equipe ( escritor/artista ). ( Realmente esta HQ representa a idéia de Malcome Gladwell de um ponto de derrubada nos Quadrinhos. )

5. É mais do que uma História em Quadrinhos, é uma comunidade, a que todo o leitor pode se juntar e palpitar no futuro da história no the whitechapel.

Isso é algo diferente e grande.


Fonte: http://comicology.net/

O mundo é livre

Publicado originalmente por Bruno Dorigatti em 09/04/2008.

O futuro dos negócios e da remuneração de quem produz a cultura - bem imaterial hoje circula livremente pela internet - é... distribuir tudo de graça. Saiba como este conceito se torna cada vez mais a norma, em vez de uma anomalia.


O século XX viu florescer a indústria cultural tal qual a conhecíamos até bem pouco tempo. Em verdade, ela ainda segue ditando os padrões. E usa de seu enorme poder econômico e político para tentar manter o jogo a seu favor. Não tem dado muito certo, como vimos anteriormente [leia Pirata bom, pirata mau e Indústria vs. Cultura livre].

A rápida transformação tecnológica, a que assistimos desde o final do século passado, segue produzindo também mudanças na relação que temos com a cultura – que deixou de abarcar simplesmente produtos culturais materiais. A noção imaterial de cultura, intangível, retorna com força neste início de novo século. Não a toa que a Inglaterra foi o primeiro país do planeta a criar um Ministério de Indústrias Criativas, conceito novo que engloba não somente as atividades culturais.

O desenvolvimento dessas indústrias está estreitamente ligado ao impacto das novas tecnologias na produção, nos mercados e na organização das atividades econômicas, sociais e culturais. Os modos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que utilizam o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como seus principais recursos produtivos podem ser consideradas indústrias criativas. Entre elas, a arte folclórica, festivais, livros, pinturas, artes da interpretação, passando pelas tradicionais indústrias cinematográfica e de radiodifusão, animação digital e videogames, bem como os campos conhecidos como serviços, como os arquitetônicos e de publicidade. [Leia mais a respeito na entrevista com Anna Jaguaribe]

Perde cada vez mais sentido pensarmos somente em CDs, DVDs e livros como formas principais de remuneração dos produtores de arte e cultura. Tudo circula livremente pela internet e de agora em diante a remuneração virá, de forma crescente, de outros meios. Já sabemos que em Belém do Pará, por exemplo, o dinheiro dos grupos de tecnobrega vem dos shows e apresentações. Mas aí estamos falando de um mercado novo, até bem pouco tempo marginal, e que foi, em outro passo em falso da indústria, recusado pela mesma.

De forma crescente, os jovens e adolescentes deixam de comprar CDs. A pesquisa foi feita nos Estados Unidos, mas reflete o panorama no planeta inteiro. Em 2007 quase metade da garotada, 48%, não comprou sequer um mísero disquinho. Em 2006 a cifra era de 38%, segundo informa pesquisa da Nielsen – realizada com 5 mil pessoas que responderam a um questionário on-line e divulgada em matéria do Los Angeles Times de fevereiro. As vendas de discos caíram 19% em 2007, enquanto que a venda de música digital subiu 45%.

Na China, a estimativa é de que 99% de todos os arquivos de música que circulam pela rede, ou nas calçadas das grande cidades, são "piratas". Dado como causa perdida, os artistas chineses têm apostado em outras formas para serem remunerados, como a crescente participação em comerciais de grandes empresas.


Long Tail

Uma idéia desenvolvida por Chris Anderson e publicada em 2004 na Wired, revista editada por ele, sugere um cenário diferente que poderia ser aproveitado pela indústria. Ele a chamou de Cauda Longa (Long Tail). Saiu em livro no exterior, em 2005, e no Brasil foi publicado pela Campus Elsevier em 2006.

Vivemos, até então, a era da escassez. Um disco obscuro de um blueseiro do Delta do Mississipi, lançado nos anos 1930, ou um curta-metragem de Glauber Rocha, até bem pouco tempo atrás eram praticamente impossíveis de serem encontrados. Nas lojas, ainda continuam na mesma situação ou, na pior das hipóteses, se encontra o disco de blues, importado e na faixa dos R$ 70. Glauber Rocha, somente agora começa a ter seus filmes de longa-metragem digitalizados. Os curtas ainda terão que esperar. Por outro lado, a janela que se abre com a internet é a da abundância.

Outra mudança considerável é a respeito dos blockbusters e hits dos astros pops, que, segundo as gravadoras e produtoras de filmes, eram responsáveis por financiar todo o resto da produção que não se pagava. A mesma lógica é utilizada aqui no Brasil por algumas grandes editoras para justificar os altos investimentos em livros de autores estrangeiros, que, best-sellers certos, ajudariam a bancar a publicação de novos autores, que saem com pequena tiragem, mil exemplares, se tanto, e geralmente encalham nos estoques. O Princípio de Pareto, do economista italiano Vilfredo Pareto, desenvolvido em 1906, falava em uma regra de 80/20 (80% das consequências advém de 20% das causas), ou seja, somente 20% dos filmes das grandes produtoras terão sucesso comercial, assim como os programas de TV, os videogames e os best-sellers. No caso da música, é ainda pior, onde apenas 10% alcança sucesso, segundo a RIAA.

A lógica da indústria – de que ela nos dá o que queremos – vem sendo derrubada dia após dia. Queremos hits, mas não só. Quanto mais conhecermos algo (o trabalho de um artista, diretor de cinema, quadrinhista, ou de um fotógrafo, etc.), mais procuraremos e a facilidade que a internet proporciona tem demonstrado que queremos mais, muito mais.

Outro mito que vem caindo é que somente os hits fazem dinheiro. Executivos de sites que vendem música e livros, como o iTunes (venda de música on-line) e a Amazon sabem que não somente os grandes produtos de massa fazem dinheiro. E como estes são em número muito maior, um novo mercado vem se desenhando rapidamente. Até porque os custos de manufatura e distribuição têm caído cada vez mais, chegando a zero muitas vezes, já que agora falamos de serviços digitais. O monopólio do lucro não está mais necessariamente associado à popularidade do produto cultural.

Esta seria a Cauda Longa, onde pequenas e poucas vendas de um catálogo infinito e disponibilizado trariam um retorno maior que os hit makers e quetais. O catálogo inteiro com todos os discos de uma banda, por exemplo, mas não só. Apresentações ao vivo, CDs demo, lados B, remixes, covers, shows ao vivo, gravações do disco no estúdio. E a remuneração vem destas pequenas vendas, de um catálogo muito maior, disponibilizado on-line, quebrando a tirania da necessidade material e física da produção cultural, bem como de um espaço físico necessário para armazenar tudo isso. Isso já ocorre, ainda que numa escala distante do que será em breve. Porém, é um caminho sem volta, e mais uma vez a grande indústria só agora começa a levar o tema a sério. Como afirma o consultor da indústria fonográfica Kevin Laws, citado por Anderson, "o grosso do dinheiro está nas pequenas vendas" ("the biggest money is in the smallest sales").


Freaky land of free!

Em fevereiro deste ano, Anderson publicou na mesma Wired outro artigo, desdobramento do primeiro e prévia de seu novo livro. "Free! Why $0.00 is the future of business" começa lembrando a história de King Gillette, que, aos 40 anos, era um inventor frustrado e um amargo anticapitalista. No início do século passado, ele desenvolveu as populares lâminas de barbear descartáveis, que levam o seu nome e viraram sinônimo dos aparelhos de barbear. Foi o primeiro a se utilizar do conceito de que, dando os aparelhos de barbear, iria aumentar consideravelmente as vendas de lâminas descartáveis. "Bilhões de lâminas depois, este modelo de negócio é hoje a base para algumas indústrias: dê o telefone celular e venda o plano mensal; faça o console de videogame barato e venda jogos caros; instale uma máquina de café nos escritórios sem custo algum e venda o café", escreve Anderson. "Graças a King Gillette, a idéia de que você pode fazer dinheiro dando algo não é mais radical. Mas, até recentemente, praticamente tudo 'grátis' era na verdade apenas o resultado do que os economistas chamariam de subsídio cruzado: você leva algo de graça se comprou outro, ou você leva um produto se pagou por um serviço."

Na última década, porém, uma nova forma de "grátis" emergiu, não mais baseado nos subsídios cruzados – o desvio dos custos de um produto para outro – mas no fato de que os próprios custos dos produtos estão caindo rapidamente. Em analogia ao produto fabricado por King Gillette, é como se o preço do aço chegasse tão próximo de zero que ele poderia distribuir ambos, o aparelho de barbear e a lâmina e ganhar dinheiro vendendo outro produto. Creme de barbear, sugere Anderson.

"You know this freaky land of free as the Web", afirma o jornalista com formação em física. Uma década e meia depois do seu surgimento comercial, a internet vai assistindo aos últimos debates em torno do conteúdo gratuito ou pago distribuído pela rede. Cada vez mais os serviços vão se tornando ou já nascem gratuitos, como o New York Times ou o YouTube, respectivamente. A partir daí, Anderson analisa alguns cenários e teoriza sobre uma taxonomia do grátis: "freemium", onde produtos como softwares e serviços premium bancam a maioria disponibilizada de graça; anúncios, como os que remuneram por clique (os do Google, por exemplo); custo marginal zero para distribuição, caso da música on-line; trabalhos colaborativos, em sites como Digg e Overmundo, entre muitos outros; uma economia da generosidade, que podemos observar através da Wikipedia, por exemplo, e perceber que o dinheiro não é mais o único motivador, e que atividades individuais na web podem ter impacto global.

Estamos entrando em uma era onde o conceito "de graça" vai ser visto como a norma, e não mais como uma anomalia, pontua Anderson.

Fonte: http://www.portalliteral.com.br/

3.1.09

Pense nisso...



30.12.08

Adventures Into Digital Comics - Documentário



Documentário sobre Quadrinhos :)


Para assistir online:


http://us.imdb.com/video/wab/vi895418393/

26.11.08

The Fireman ataca outra vez


O ex-beatle Paul McCartney lançou nesta segunda-feira, 24 de novembro de 2008: "Electric Arguments", em parceria com o Ex-baixista da Killing Joke e produtor musical, Martin "Youth" Glover,

Este é o terceiro disco do The Fireman ("O Bombeiro"), pseudônimo da dupla McCartney & Youth.

Os discos anteriores, "Strawberries Oceans Ships Forest" e "Rushes", foram lançados em 1993 e 1998. No primeiro, os músicos se apresentaram incógnitos, até que a imprensa revelou a identidade do duo, formado por Sir Paul e Martin "Youth" Glover.

Youth, de 47 anos, é produtor artístico e trabalhou, entre outros, no célebre álbum "Urban Hymns", do The Verve (1997).

Inicialmente, The Fireman era um projeto experimental, e seus dois primeiros discos reuniam músicas eletrônicas instrumentais.

Apesar da utilização de efeitos sonoros incomuns, o adjetivo "experimental" não chega a se aplicar no caso de "Electric Arguments", já que a dupla retorna, dez anos após sua última aparição, a um formato tradicional de canções. McCartney, de 66 anos, até canta em algumas delas.

Cada uma das 13 faixas foi escrita e gravada em um dia, ao longo de um ano.

Apesar do que foi noticiado por aí e de alguns elementos experimentais, o "Electric Arguments" não é um disco de música eletrônica.

Ouça o disco no MySpace do The Fireman: http://www.myspace.com/thefiremanmusic

Fonte: http://diversao.uol.com.br/

Ainda Estamos Vivos!

Santa Catarina...

"O pessoal da UFSC- Universidade Federal de Santa Catarina - manda avisar que a instituição está aceitando doações para ajudar os desabrigados. Todo o material será entregue à Defesa Civil, que fará a distribuição conforme a necessidade das comunidades afetadas pelas chuvas."

Mais informações nesta reportagem do Diário Catarinense e no site da Defesa Civil."

Fonte: Fernanda Santos >> Tas.

Contra O Projeto de Lei Azeredo


"Vi no Tas.

Para assinar contra o projeto expelido por esse caipira inútil e mensaleiro, é aqui."

22.11.08

Ubuntu... eu vou aprender... Ubuntu...?



O que é o Ubuntu?

Ubuntu é um sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela comunidade e é perfeito para notebooks, desktops e servidores. Ele contém todos os aplicativos que você precisa - um navegador web, programas de apresentação, edição de texto, planilha eletrônica, comunicador instantâneo e muito mais.

Compromisso Ubuntu

  • O Ubuntu sempre será gratuito, e não cobrará adicionais por uma "versão enterprise" ou atualizações de segurança. Nosso melhor trabalho está disponível para todos sob as mesmas condições.

  • Uma nova versão do Ubuntu é lançada periodicamente a cada seis meses. Cada nova versão possui suporte completo, incluindo atualizações de segurança pela Canonical por pelo menos 18 meses, tudo isto gratuitamente.

  • O Ubuntu possui a melhor infraestrutura de tradução e acessibilidade que a comunidade do Software Livre tem a oferecer, tornando o Ubuntu usável por tantas pessoas quanto for possível.

  • O CD do Ubuntu possui apenas Software Livre, nós encorajamos você a usar software de código aberto, melhorá-lo e distribui-lo.


Obtenha o Ubuntu


Baixe o Ubuntu agora mesmo ou solicite seu CD


Download

Clique no link para ver as opções de download e baixar agora mesmo a sua cópia do Ubuntu. Esta é a maneira mais simples, rápida e fácil de se obter o Ubuntu - o arquivo possui apenas 700MB para ser gravado em um único CD.

CDs gravados (comunidade)

Veja aqui uma lista contendo o contato de usuários que estão distribuindo voluntariamente CDs do Ubuntu em todo o Brasil, através desta lista você pode entrar diretamente em contato com alguém da sua cidade ou mais próximo a você.

CDs gravados (ShipIt)

A Canonical, empresa que patrocina o desenvolvimento do Ubuntu, possui um serviço de distribuição de CDs. Este serviço chega a você sem custo algum, embora gere uma série de despesas que poderiam estar sendo empregadas no desenvolvimento do sistema operacional.
Se você deseja solicitar seus CDs do Ubuntu acesse esta página.



Fonte: http://www.ubuntu-br.org/

18.11.08

Uma Cultura Compartilhada: "Shared Culture"

Para celebrar sua campanha de arrecadação de fundos de 2008, o Creative Commons lançou "Shared Culture" (Uma Cultura Compartilhada), um vídeo do renomado cinegrafista Jesse Dylan. Conhecido por uma variedade de filmes, clipes musicais e inclusive o vídeo de campanha, "Yes We Can", do candidato à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, Dylan visa divulgar a missão Creative Commons através de "Shared Culture".


O vídeo conta com os principais pensadores por trás do Creative Commons que explicam como a organização está ajudando criadores a compartilharem suas obras com o público de maneira simples através de ferramentas gratuitas para permitir a disseminação legal e a própria criação de obras derivadas (ou “remixagens”).


São exibidos trechos de entrevistas intercalados com dezenas de fotos licenciadas em CC. A trilha sonora, composta de duas faixas da banda Nine Inch Nails, também destaca a funcionalidade da “cultura compartilhada” através das faixas “17 Ghosts II” e “21 Ghosts III”, também licenciadas em Creative Commons.


Acesse a página do “Shared Culture” para ter acesso a mais informações (incluindo créditos completos), a todas as imagens usadas e ao próprio arquivo do vídeo em diferentes formatos.







Fonte: http://www.creativecommons.org.br/

17.11.08

Google Books assina acordo milionário


Nesta terça-feira (28), o Google anunciou um acordo com a Associação de Autores dos EUA para manter o conteúdo do Google Book Search, seu serviço de pesquisa de livros

Fonte: Google Books / Portal da Imprensa

Três anos atrás, a Authors Guild, a Association of American Publishers (Associação de Editoras Americanas) e um grupo de autores e editoras moveram uma ação coletiva contra a Pesquisa de Livros do Google.


Agora, a emppresa anunciou um acordo com os autores dessa ação e pretende trabalhar em conjunto com esses parceiros do setor, para colocar on-line ainda mais livros do mundo inteiro. Juntos a Google afirmou que chegará muito mais longe, e tudo isso trazendo benefícios duradouros para autores, editoras, pesquisadores e leitores.


Ainda vai levar um tempo para que este acordo seja aprovado e concluído pela Justiça. Veja o que pretende fazer a empresa, brevemente.




Para disponibilizar online as obras, a empresa de internet vai pagar US$ 125 milhões em compensações.

O E-Book parece finalmente sinalizar a realização de um sonho profetizado pela internet, que efetivamente ainda não se cumpriu: A real democratização do conhecimento.

Fonte: http://e-educador.com/

14.11.08

As vantagens de se ler um E-book


Muitas pessoas ainda têm problemas com a leitura de livros virtuais, algumas até dizem que o livro virtual não tem cheiro de livro novo ( cheiro? ).

De qualquer forma, Jefferson Neto, do Mundo Virtual Mundo Real listou as vantagens de se ler um e-book. Siga o link acima para ler o texto, ou o link abaixo, para mais informações sobre e-books no blog do Alessandro Martins.

Apesar de ser ótimo ler um livro convencional, ainda sim, como diz Cory Doctorow, livros convencionais são "árvores mortas!"

Desta forma, o e-book pode ser visto também, como um exercício de ética, pois se o livro daquele seu amigo "poeta" for realmente publicado, isso não causará danos a natureza, ou seja, não será de todo mal.

Por essas e outras é que me arrisco a dizer: "Livro Digital, você ainda vai ter... vários!"

Fonte: http://livroseafins.com

Capas



























9.11.08

Ebooks - Lista 2008

A Fábula: Cidade dos Desgraçados - 2001

A Volta pra casa pode ser um Inferno


Meu primeiro livro publicado.

Crítica:


Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.


A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC








Visões do Mal - 2002



Uma viagem pela mente de um assassino de outro mundo.


No imaginário popular anjos e demônios nos acompanham diariamente e em nossas escolhas, mas e se esse contato acontecesse de forma mais... direta?



Download Livro Visões do Mal - 2002





Mundo Bizarro - 2003


O que eu posso dizer? Loucura. Esse livro é estranho, mas mesmo assim gosto muito dele... :)


“Existe uma teoria que diz que quando alguém descobrir exatamente para que serve e de que é feito o Universo, então este desaparecerá e surgirá algo novo, muito mais estranho e bizarro. Existe uma outra teoria que diz que isto já aconteceu.”


Douglas Adams


Download Livro Mundo Bizarro - 2003






Livro TRASH Vol. I - Zumbis & Tentáculos - 2007


"TRASH é Um Romance Pulp Fiction"


Nina Pessanha

Vamos falar a verdade. Esse negócio de zumbis, lobisomens, vampiros e múmias (imortalizados pelos clássicos da Universal, algumas vezes não com muito respeito), já passou.

Hoje esses camaradas beiram mais o ridículo. É um fato. A idade chega para todos, até mesmo para o conde imortal. Temos que admitir. Está tudo bem, é verdade.

Contudo, não podemos negar que são muito divertidos. Quando criança, temia esses monstros, bem esses aí, listados à cima. E foi justamente por isso que criei esta história. Precisava tirar anos de referências e histórias de dentro da minha cabeça. Eles estavam me deixando louco, gritando uivando e urrando, querendo sair. E eu queria englobá-los, bem como seus respectivos clichês, em uma única história.

Acho que estes personagens, que já nos serviram tanto e tão generosamente ao longo desses anos, já estão um pouco desgastados, cansados, talvez. Mas nem por isso perderam o seu charme. Portanto, vamos encará-los, você e eu, uma vez mais.



Download Livro TRASH Vol. I - Zumbis & Tentáculos - 2007






Cidade Lobo - 2007




Livro de Terror parte integrante da Coleção Jóias Literárias para o Projeto TROQUE LIXO POR LIVRO


Venda Proibida - Não disponível para Download


Capa e Ilustrações: Eugênio Colonnese


Editora Estúdio Criação








O Caso da Cruz de Prata - 2007




Livro Policial parte integrante da Coleção Jóias Literárias para o Projeto TROQUE LIXO POR LIVRO


Venda Proibida - Não disponível para Download


Capa e Ilustrações: Eugênio Colonnese


Editora Estúdio Criação







WANTED - Procurados mortos ou mortos-vivos - Um Conto Pulp Fiction - 2008



Depois de uma temporada vendo alguns filmes de bang-bang fiquei com mil idéias e precisava colocá-las em algum lugar... de modo que o livro surgiu naturalmente, como uma forma de expressar todos esses ricos elementos do mundo do velho oeste que flutuavam na minha cabeça.


Disponível para Download em Breve!







TRASH Vol. II - Vampiros em Revoada - 200?




Disponível para Download em Breve!







Estes trabalhos são licenciados sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/ ou envie uma carta para Creative Commons, 171 Second Street, Suite 300, San Francisco, California 94105, USA.



Em caso de interesse na publicação desta obra em versão não-virtual entre em contato com o autor através do e-mail: hugo.maximo@gmail.com




3.11.08

Livre é diferente de grátis [Republicado]

Livre é diferente de grátis

Mais questões por e-mail

O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.

O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.

O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.

O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.

A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.

Todos sabem a importância da campanha "boca a boca" no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.

Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.

Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.

Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: "transportar bits de forma rápida e barata."

Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.

TRASH: Zumbis & Tentáculos [SOUNDTRACK]

Sugestão para a leitura:


TRASH: Zumbis & Tentáculos - 2007 [SOUNDTRACK]

01 .The Blasters: Dark Night (TRASH Theme)

02 .Thorogood: Bad to the Bone George (Set Gecko Theme)

03 .Creedence Clearwater Revival: Susie Q (Susana Von D. Theme)

04 .The Clash: Brand New Cadillac (Fox Theme)

05 .John Holt: Ok Fred (Jamal Theme)

06 .Queens Of The Stone Age: You Got a Killer Scene There, Man... (Papa-Lulu Theme)

07 .Queen: Dragon Attack (Tentáculos)

08 .Another Brick in the Wall: Pink Floyd (Zombie Atack)




MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com







Download TRASH Vol. I - Zumbis & Tentáculos