18 novembro 2007

Patrocínio não é esmola

Quando você carrega um vídeo no overdrive / MTV, um pequeno vídeo publicitário é exibido juntamente com o vídeo que você escolheu. Rápido e simples. As atrações estão disponíveis gratuitamente, as empresas patrocinam e tem sua mensagem repassada ao público. A MTV "vende seu peixe" e todos ganham. Rápido e simples.

A coisa funciona, tanto que alguns projetos [ como série do estagiário ] estão acontecendo com foco principal no próprio canal online.

Patrocínio não é esmola.

A empresa precisa de publicidade e a obra de arte é uma veículo nobre para este fim. Trata-se de um negócio. E um negócio que DEVERIA primar pelo princípio da justiça, ou seja, bom para ambas as partes.

O objetivo principal das empresas deveriam ser o de contribuir com seu entorno [ consumidores e funcionáios ] através de uma publicidade [ patrocínio ] inteligente, voltado a projetos culturas, de responsabilidade social e/ou de meio-ambiente. E não unicamente para receber benefícios físcais.


Fica ainda a impressão [ em meio aos tubarões ] de que buscar patrocínio direto soa utópico.

Deveriam criar o "Anti-Doping" para as leis de incentivo à cultura.

Des_comente.

P.S.: o programa Debate MTV da semana passada fala sobre as leis de incentivo à cultura e o jeitinho torto brasileiro de sugar verbas públicas e a máfia dos bam-bam-bans consagrados.

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